sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Os Grandes Debatedores.


Sinopse:
Denzel Washington (de "Déjà Vu" e "O Dossiê Pelicano") é o diretor e o ator principal do filme, produzido pela popular apresentadora norte-americana Oprah Winfrey (que emprestou sua voz para "Bee Movie" e "A Menina e o Porquinho") e baseado em fatos reais. O personagem de Denzel Washington, Mel Tolson, é um professor que vive no Texas na década de 1930 e monta um grupo de debate com seus alunos universitários. O longa, com roteiro de Robert Eisele, foi baseado na história real de Melvin B. Tolson (Washington), professor de uma pequena universidade voltada para negros no Texas no ano de 1935. Tolson conseguiu formar um time de debate, e, com muito esforço e enfrentando o racismo, os alunos foram capazes de superar os garotos da renomada Havard em uma competição nacional. O ator Forest Whitaker (de "O Quarto do Pânico" e vencedor do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em 2006 por seu papel em "O Último Rei Da Escócia") interpretará o pai de um dos debatedores e rival do professor. O lançamento do filme contou com a presença do ator Samuel L. Jackson ("Serpentes a Bordo"), que compareceu acompanhado de sua mulher, LaTanya. Denzel Washington e Pauletta, sua mulher, posaram para fotos junto com o casal de amigos no tapete vermelho.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Mississipi em Chamas





















Sinopse

Mississipi, 1964. Rupert Anderson (Gene Hackman) e Alan Ward (Willem Dafoe), dois agentes do FBI, investigam a morte de três militantes dos direitos civis em uma pequena cidade onde a segregação divide a população em brancos e pretos e a violência contra os negros é uma tônica constante.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Muito Além do Cidadão Kane


Beyond Citizen Kane (no Brasil, Muito Além do Cidadão Kane) é um documentário televisivo britânico de Simon Hartog produzido em 1993 para o Canal 4 do Reino Unido. A obra detalha a posição dominante da Rede Globo na sociedade brasileira, debatendo a influência do grupo, poder e suas relações políticas. O ex-presidente e fundador da Globo Roberto Marinho foi o principal alvo das críticas do documentário, sendo comparado a Charles Foster Kane, personagem criada em 1941 por Orson Welles para Cidadão Kane, um drama de ficção baseado na trajetória de William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos. Segundo o documentário, a Globo emprega a mesma manipulação grosseira de notícias para influenciar a opinião pública como o fez Kane.

O documentário acompanha o envolvimento e o apoio da Globo à ditadura militar, sua parceria ilegal com o grupo americano Time Warner (naquela época, Time-Life), a política de manipuluação de Marinho (que incluíam o auxílio dado à tentativa de fraude nas eleições cariocas de 1982 para impedir a vitória de Leonel Brizola, a cobertura tendenciosa sobre o movimento das Diretas-Já, em 1984, quando a emissora noticiou um importante comício do movimento como um evento do aniversário de São Paulo e a edição, para o Jornal Nacional, do debate do segundo turno das eleições presidenciais brasileiras de 1989, de modo a favorecer o candidato Fernando Collor de Mello frente a Luis Inácio Lula da Silva), além de uma controvérsia negociação envolvendo acções da NEC Corporation e contratos governamentais
O documentário apresenta entrevistas com destacadas personalidades brasileiras, como o
cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda], os políticos Leonel Brizola e Antônio Carlos Magalhães, o publicitário Washington Olivetto, os jornalistas Walter Clark, Armando Nogueira, Gabriel Priolli e o futuro presidente Luis Inácio Lula da Silva.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Surplus

Surplus

A confiança dos consumidores está em baixa desde o 11 de Setembro. Uma guerra bem sucedida contra o Iraque parecia ser a única forma de reconquistar essa confiança (e a nossa felicidade). Estará no consumo a nossa salvação? Temos uma escolha? Uma odisséia visual intensa filmada ao longo de três anos em oito países. Desde os confrontos explosivos das manifestações em Gênova, 2001, às bonecas para uso sexual de 7000 dólares, Surplus explora a natureza destrutiva da cultura consumista. Sobre um pano de fundo onde coabitam os líderes mundiais mais cínicos e líderes do pessoal das grandes empresas e fanáticos da Microsoft, o filme foca o controverso guru da anti-globalização, John Zerzan, cujo apelo à provocação de danos sobre a propriedade, inspirou muita gente à intervenção direta nas ruas.

Comentários: Surplus é um dos documentários mais sérios, incisivos e angustiantes que eu já assisti. É o tipo de filme que te deixa entristecido por não ter vivido de maneira mais intensa e saudável, por não ter cuidado do planeta enquanto ainda havia tempo, e por sucumbir às práticas nefandas do capitalismo selvagem. Quando alguns fatos são colocados em pauta, você se contorce por dentro e jura de si para si que vai fazer tudo certo de agora em diante, mas ao mesmo tempo vem o medo de já ser tarde demais.

sábado, 5 de julho de 2008

Pro Dia Nascer Feliz


Definido pelo próprio diretor como "um diário de observação da vida do adolescente no Brasil em seis escolas", Pro Dia Nascer Feliz flagra o dia-a-dia e adentra a subjetividade de alunas e professores de Pernambuco, São Paulo e Rio de Janeiro. As entrevistas são intercaladas com seqüências de observação do ambiente das escolas - meio, por sinal, bem pouco freqüentado pelo documentário. Sem exercer interferência direta, a câmera flagra salas de aula, esquadrinha corredores, pátios e banheiros, testemunha uma reunião de conselho de classe (onde os professores decidem o destino curricular dos alunos "difíceis") e momentos de relativa intimidade pessoal.

"Às vezes eu acho que é um pouco violento esse jeito como se vive: as pessoas têm que deixar de lado aquilo em que acreditam para se conservar vivas."
MAYSA, 16 anos

"Eu tenho medo de coisas, assim, totalmente complexas e grandiosas, como o medo da morte, o que acontece depois da vida, quem sou eu, o que vai acontecer comigo."
THAIS, 15 anos

"Eu deveria ter uma péssima impressão da vida se não fosse a paixão que tenho pela arte de viver."

VALÉRIA, 16 anos

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Quarta Guerra Mundial.




Quarta Guerra Mundial (2003)


Do México à Coréia, do Iraque à África do Sul, passando pela“Guerra contra o Terror” Anglo-Saxã, chegando às grandes manifestações emSeattle e Gênova. Esta é a história de homens e mulheres ao redor do mundo queresistem contra a aniquilação sistemática.


Ocultada pela poluiçãoaudio-visual dos meios de comunicação em massa, a história humana deste conflitoglobal permanece incontada. Este video traz imagens e vozes diretamente dasfrentes de batalha. A história de uma guerra sem fim, presente em todo lugar naforma de milhares de guerras civis, a assimetria do conflito nas palavras deseus combatentes.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

A Revolução não será Televisionada.


A Revolução Não Será Televisionada, também conhecido como Chávez: Bastidores do Golpe (Chavez: Inside The Coup), é um documentário irlandês, filmado e dirigido por dois cineastas irlandeses, Kim Bartley e Donnacha O'Briain, a respeito do golpe de estado que, em 2002, depôs o presidente eleito da Venezuela Hugo Chávez. Após dois dias, durante os quais o empresário Pedro Carmona foi declarado chefe de estado, permanecendo no palácio presidencial pelas 48 horas seguintes.

O golpe perdeu força, e Chávez retomou o poder. Esse documentário mostrou como estava a vida dos venezuelanos entre a época que aconteceu o golpe de estado e a recuperação de Hugo Chávez.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Crianças Invisíveis


Sim, claro, “Crianças Invisíveis”, diz o nome, fala de crianças, de vítimas, retratadas por sete curtas em vários cantos do mundo (Brasil, Burkina-Faso, China, Estados Unidos, Inglaterra, Itália e Sérvia-Montenegro). Com isso, o filme concebido pela italiana Chiara Tilesi, com produção de Maria Grazia Cucinotta e Stefano Veneruso, emociona, faz o espectador chorar, estabelecer uma empatia com os personagens do trabalho infantil, da guerra, ou mesmo da delinqüência. Mas o filme patrocinado pelo Ministério das Relações Exteriores italiano, com verbas revertidas para o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e Programa Mundial de Alimentos, traz alguns temas transversais – educação, desigualdade – e fala sem complacência sobre adultos. De negligência, exploração, fraqueza, contradições, patifarias diversas dos adultos visíveis. Cada um dos sete cineastas (ou oito, contando a dupla Scott) mostra por meio desses aparentes coadjuvantes as facetas da culpa coletiva:1) MEDHI CHAREF – As cenas finais do primeiro curta-metragem de “Crianças Invisíveis”, “Tanza”, estão entre as de maior grau de simbolismo: trazem um menino-soldado numa sala de aula, que ele mesmo vai pôr aos ares. Antes da explosão da bomba-relógio, vê quatro perguntas no quadro-negro. Pega um giz e as responde. “Quantas pessoas vivem na África?”, diz uma delas. “800 milhões”, dispara. Senta-se, tira o sapato e, cansado, encosta a cabeça na bomba - prefere o sono definitivo à morte em combate. O argelino Charef mostra no Burkina Faso – país sintetizado no filme como “África” - a sandice da guerra onde garotos substituem outros no front. Em alguns momentos, o filme lembra Bugsy Malone, filme sobre gângsteres de Alan Parker onde todos os gângsteres são mirins. No caso africano, a miniaturização das ações dos mais velhos é um retrato fiel da realidade – sob uma das piores formas de exploração, as crianças hesitam em tornar-se adultas.2) EMIR KUSTURICA – Depois do pioneiro Sciuscià, de Vittorio de Sica, nos anos 40, o bósnio Emir Kusturica fala em 2005 de menores infratores. A realidade do reformatório na Sérvia-Montenegro soa amena para os padrões infernais da Febem de São Paulo, mas o diretor revela-se em “Blue Gypsy” particularmente cruel com os adultos. A ponto de apelar para o estereótipo do cigano ladrão para perfilar o vilão: um alcoólatra que explora as crianças para trocar o dinheiro furtado por comida – e bebida. Sua primeira aparição se sucede à lembrança do menino protagonista, Urus, que não tem certeza se quer sair do reformatório: a lembrança dos patifes que estão lado de fora. Mas é o outro adulto retratado, o diretor da instituição, que mostra melhor o olhar ácido de Kusturica sobre seus pares. “Eu minto”, diz ele a um dos internos. “Portanto não acredito em ninguém”. Em outro momento, numa visita de integrantes do Ministério da Justiça, o diretor tenta animar os jovens numa apresentação artística. Quando se senta ao lado de um deles, critica a apatia dos internos. Levanta-se e corre a animá-los novamente.3) SPIKE LEE – O episódio dirigido pelo tradicionalmente revoltado Spike Lee, “Jesus Children of America”, traz um contraponto na mensagem pró-educação do filme: na escola da menina negra, Blanca, as colegas são hostis, agressivas, e a discriminam pela condição de filha de pais drogados e com aids. Em uma cena, porém, vem a explicação: exatamente a mãe da colega que a provocara aparece discutindo com a diretora, a exigir a expulsão da estudante com aids – intolerância gera intolerância. O casal viciado em crack, por sua vez, ganha algum olhar condescendente de Lee na medida em que admitem a fraqueza. Amam a filha, mas estão escravos da droga – e ainda assim revelam mais humanidade que outros pais retratados nos demais episódios. Quando Blanca descobre quem eles são, segue-se a impotência ao arrependimento, e eles a levam – com toda a dignidade possível nas circunstâncias – para sessões em um centro de atendimento a crianças portadoras do HIV.4) KÁTIA LUND – Co-diretora de “Cidades de Deus”, Kátia percorre São Paulo e suas contradições a partir do ponto de vista de “Bilu e João” – oprimidos pelo Minhocão, pelos automóveis e poluição visual, mas essencialmente pelos adultos e seu jeito econômico de ser. Em um universo de exploração do trabalho infantil, que começa com o próprio pai, os algozes aparecem aos montes, e sempre dispostos a arrancar uns miúdos da dupla. Os compradores de material reciclável lidam com os pequenos numa relação estritamente comercial. O comprador paga R$ 9,00 por três quilos de latinhas de alumínio. João reclama. O homem responde: “Não sabe fazer contas? Três vezes três é nove, não é?” Só que de dia o quilo custava R$ 4,00. A explicação vem de forma didática: “É que o dólar subiu.” Mesmo os adultos que os ajudam só o fazem quando obtêm algum favor das crianças. João e Bilu percebem isso e desenvolvem a técnica do toma lá, dá cá. Em cena emblemática, constroem um joguinho de futebol com moedas e ganham R$ 0,25 por jogo no Mercado Municipal: os adultos jogando, eles contando as moedas.5) JORDAN E RIDLEY SCOTT – Em uma floresta do Reino Unido o diretor de Blade Runner costura junto com a filha Jordan sua história reflexiva, sobre um fotógrafo de guerra, “Jonathan”, que em determinado momento questiona seu trabalho e pensa em desistir – pois não considera que esteja ajudando as pessoas retratadas. A companheira argumenta a favor do ofício. Angustiado, ele deixa a casa, no frio, e vê duas crianças na mata. Segue-as, e quando as vê num barco, nada para encontrá-las. Só que a partir desse momento ele se torna uma criança. Os três meninos brincam entre as árvores e chegam – Scott exercitando o realismo mágico – a uma trincheira, no meio de uma guerra. Após o fim do tiroteio, retornam. O protagonista volta a ficar adulto. Por meio da simbologia, Scott reflete sobre a própria dificuldade, enfrentada por todos os cineastas, de adotar um olhar infantil. No caso do personagem, essa regressão ao campo da observação só é obtida – e no plano do fantástico – quando ele se sente impotente. Fica a mensagem de que fotógrafos e jornalistas também são cúmplices, parte do sistema, e não apenas testemunhas oculares.6) STEFANO VENERUSO – O cinema italiano tem tradição no retrato de temas sociais, a ponto de Veneruso, Maria Grazia Cucinotto (a musa de "O Carteiro e o Poeta") e Chiara Tilesi conceberem e produzirem “Crianças Invisíveis”. E está no curta do napolitano Veneruso, “Ciro”, um dos grandes momentos do filme e a chave para sua leitura a partir das ações dos adultos. Quando dois meninos furtam o Rolex de um executivo num cruzamento, forma-se uma rodinha em torno da vítima. Um homem faz discurso contra as crianças, mas em determinado momento é interrompido por uma mulher com senso de cidadania. “Quem deve ser preso são os adultos que os fazem roubar”, proclama. A mãe de um dos garotos afirma, sem saber que ele está ouvindo, que para viver em sua casa ele deve pagar, esse garoto-inquilino. Quando Ciro vai vender o Rolex, numa excepcional seqüência felliniana na praia, o receptor do furto mostra mais uma face sórdida do abismo entre os universos infantil e adulto: trata-se de um pedófilo. O garoto sabe disso e não permite nem que ele o toque – mas apenas fisicamente. Ele tem consciência de que, ali, estão de alguma forma lhe arrancando um pedaço, quando preferiria naquele momento ser pelo menos uma “criança invisível” – como as que imagina brincar, no parque de diversões vazio.7) JOHN WOO – A grande obra-prima do filme para o Unicef volta a falar de trabalho infantil – um gângster obriga meninas de até 5 anos a vender flores na rua, espancando-as e punindo as que não conseguem com a retirada da refeição. O diretor chinês usa em algumas cenas de “Song Song & Little Mao” um recurso utilizado pela brasileira: a exposição de contrastes sociais. No caso dela, imagens da favela do Real Parque com os edifícios do Morumbi ao fundo; no caso de Woo, a profusão de bonecas rejeitadas pela menina rica em alternância com a boneca quebrada da menina pobre. A mãe rica deprime-se com o fim de um relacionamento e, com a filha no carro, quase se suicida. O “avô” da menina pobre, na verdade um catador que achara a criança no lixo, vive em sua função. Sonha colocá-la na escola, mas acaba morrendo atropelado. Ele é a boa alma do filme - literalmente, pois volta a aparecer nas últimas cenas, quando Song Song finalmente consegue chegar à sala de aula, com seu rosto à Giulietta Masina redondíssimo e feliz na tela quadrada. O velhinho bondoso significa uma redenção possível para o telespectador, a esta altura desalentado. O filme histórico começa e acaba com o recado de que a educação deve ser o antídoto à caixa de maldades dos adultos.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Robos


Com uma premissa bem atual, o filme trata das diferenças sociais que insistem assolar a humanidade. Com todo o destaque que o assunto merece, é mostrado como a classe pobre de uma sociedade sofre com os interesses da elite predominante na mesma. A luta de Rodney contra a supremacia de Dom Aço, mostra o quão importante é nos preocuparmos com o descaso sofrido pelas classes menos favorecidas de forma simples e objetiva. Algo legal de ser levantado em um filme destinado ao público jovem e infantil, uma iniciativa plausível que já vale uma conferida!

terça-feira, 8 de abril de 2008

Obrigado por Fumar.

Parte da população mundial está morrendo por causa do cigarro. Esta constatação inegável é praticamente o dia-a-dia de Nick Naylor (Aaron Eckhart), vice-presidente da Tobacco Studies, uma das principais companhias do ramo na atualidade. Com pouco tempo para visitar o filho, o executivo é divorciado e dedica seu tempo ao trabalho. Enquanto não está respondendo a ordens de seu chefe, passa dias desgastantes defendendo a indústria do tabaco e gerenciando crises.

O mais novo antagonista de Nick Naylor é Ortolan Finistirre, um senador que insiste em colocar mais avisos contra o tabagismo nas embalagens. Ele também precisa contornar o problema de Lorne Lutch, o garoto-propaganda de Marlboro que está morrendo depois de anos fumando. E ainda por cima tenta convencer o agente de Hollywood Jeff Megall a dar destaque aos cigarros em seus filmes. Para completar o inferno na vida do vice-presidente, a jornalista Heather Holloway (Katie Holmes) está em seu encalço com segundas intenções.

O elenco de Obrigado por Fumar conta ainda com Maria Bello, Cameron Bright e Robert Duvall. O diretor Jason Reitman escreveu cartas pessoais para cada um dos atores escolhidos dizendo os motivos pelos quais cada um se encaixava em seu respectivo papel. Deu tão certo que todos aceitaram e agradeceram pelo convite. O filme carregado de humor negro é uma adaptação da obra de Christopher Buckley.

terça-feira, 18 de março de 2008

Super Size me

Sinopse

O diretor Morgan Spurlock decide ser a cobaia de uma experiência: se alimentar apenas em restaurantes da rede McDonald's, realizando neles três refeições ao dia durante um mês. Durante a realização da experiência o diretor fala sobre a cultura do fast food nos Estados Unidos, além de mostrar em si mesmo os efeitos físicos e mentais que os alimentos deste tipo de restaurante provocam.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Nação Fast Food

Clique na imagem para ampliar
É com muito ânimo que o Coletivo Caifazes volta as atividades no ano de 2008, o "Cine" não poderia ficar de fora! Voltamos com o ciclo "trabalho e consumo" que começa com o filme "Nação Fast Food" (Sinopse no cartaz) e tem previstos outros filmes como "Super Size-Me", "Obrigado por Fumar" e "Robôs". A ideia do ciclo é estimular a discussão sobre as condições de trabalho e exploração da classe trabalhadora em geral e sobre como o nosso consumo afeta ou não nessa produção.



O horario e o local é o mesmo, as 13hs em ponto na EE Fadlo Haidar, R. Murmúrios da tarde, 200

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Maria Cheia de Graça


É com grande orgulho que trazemos a publico mais um filme do ciclo "América Latina". Desta vez o Coletivo Caifazes propõe a discussão sobre o filme "Maria Cheia de Graça" de Joshua Marston (foto e resenha na foto ao lado).

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Dia 16/09 - "Vozes Inocentes"

Próximo filme: "Vozes Inocentes", segundo do ciclo América Latina.

A história, baseada na vida do roteirista Oscar Torres, se passa em El Salvador na década de 80, quando o exército salvadorenho tenta combater os guerrilheiros da FMLN (Frente Farabundo Martí para la Liberación Nacional). No meio destes conflitos está Chava, um garoto de onze anos que tornou-se o "homem da casa" quando seu pai abandonou a família e fugiu para os EUA, e que vê seus colegas retirados à força da escola para servir o exército. O filme mostra a guerra pela perspectiva da criança, cuja infância é roubada pela necessidade de tomar grandes decisões ("cuidar" da mãe e da irmã ou seguir os passos de seu tio, guerrilheiro).
...
VALE A PENA!

Quando mesmo?
16/09

Onde?
E.E. Fadlo Haidar - R. Murmúrios da Tarde, 200 (em frente ao Parque Raul Seixas).

Quanto?
NADA. É só chegar e sentar. Se quiser ficar, no final rola uma conversa sobre o filme.


sexta-feira, 24 de agosto de 2007

dia 02/09 MACHUCA



Proximo Filme:
MACHUCA (sinopse no cartaz). E dessa vez com um diferencial, vamos colocar uma urna do plebiscito da campanha pela anulação do leilão de privatização da CIA Vale do Rio Doce (saiba mais clicando aqui). Participe você também da campanha "A Vale é nossa" saiba como.

Quando?
DOMINGO, dia 2 de setembro

Onde?
Na EE Fadlo Haidar - R. Murmurios da Tarde, 200




Quanto?
R$ 0,00 é só chegar, assistir e trocar uma ideia sobre o filme depois.

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Videos da Campanha Pela Anulação do Leilão da CIA Vale do Rio Doce

Parte 1 de 3



Parte 2 de 3



Parte 3 de 3



Para baixar esses e outros videos do youtube leia o tutorial nesse link:
http://www.dicas-l.com.br/dicas-l/20060823.php

O Coletivo Caifazes apoia e luta pela reestatização da Vale do Rio Doce.
A Vale é do Povo!

Dia 19 de Agosto


No próximo domingo, 19/08, vai rolar mais um CineQuebrada, o ultimo filme do ciclo "Juventude e Resistência". O tema do próximo ciclo será "América Latina" e trará ao publico filmes que retratam a luta, a historia e a realidade de nós latino-americanos. E pra fechar esse ciclo com chave de ouro apresentaremos o filme "Panteras Negras" do diretor Mario Van Peebles. O filme retrata a historia de uma das mais importantes organizações revolucionarias da historia dos oprimidos estadunidenses: O Partido dos Panteras Negras, fundado por Bob Seale e Huey Newton.
Se você estiver interessado em conhecer um pouco mais sobre a historia de resistência do povo oprimido dos EUA, essa é com certeza uma boa pedida.

Onde?
Na escola Fadlo Haidar - R. Murmurios da tarde, 200 - Em frente o Parque Raul Seixas, na COHAB 2
Quando?
Nesse domingo, dia 19/08/2007
Quanto?
Isso lá é pergunta que se faça? Nada! de graça!


Então estamos combinados. Domingão, 13h, lá no Fadlo.